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Archive for junho \26\UTC 2011

A próxima publicação do Arte é… tem como protagonista o artista Paulo José.

Mais que um exemplo para a arte  brasileira contemporânea, mais especificamente para os fazeres artísticos do teatro, da televisão e do cinema, Paulo é um exemplo de vida. Isso se comprova não apenas pelo modo como se empenhou para concretizar os sonhos, como viajante em busca da realização pessoal e profissional, mas por sua luta diária para amenizar as consequências do Parkinson, que o acompanha por quase duas décadas.

Eis um artista para ser conhecido e admirado!

Em países como o nosso, que acreditam na teoria do jeitinho, da bossa, do improviso, existe a ideia equivocada de que o conhecimento pode prejudicar o talento criativo. E que não há mérito em se fazer alguma coisa que nos tenha custado muito esforço e dedicação. […] Sempre tive a necessidade de estudar, de saber o porquê. Aquele cara que gosta de desmontar o relógio, para saber o mecanismo. Isso é uma obsessão desde pequeno. […] Hoje tenho um prazer especial em poder passar adiante alguns conhecimentos sobre o que fiz a minha vida inteira: teatro, cinema, televisão. Mesmo que fiquem faltando algumas peças.

Paulo José

Como base para a elaboração do texto sobre o autor, temos o livro Memórias substantivas, produzido por Tania Carvalho. Fica aí a indicação de leitura:

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Para aquecer este final de semana dos namorados, escolhemos uma bela canção de nosso compositor Cazuza, o qual também expressou em letras e acordes o lirismo presente no amor.

Após a letra, há uma versão em vídeo da música, com voz de Frejat e Zélia Duncan e animação artesanal de teatro de bonecos. Confira!

Exagerado 
Cazuza
Ezequiel Neves
Leoni

Amor da minha vida
Daqui até a eternidade
Nossos destinos foram traçados
Na maternidade

Paixão cruel, desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas

Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado

Eu nunca mais vou respirar
Se você não me notar
Eu posso até morrer de fome
Se você não me amar

Por você eu largo tudo
Vou mendigar, roubar, matar
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais

Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado

Que por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais

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